O Nortão de Mato Grosso, o verdadeiro motor que carrega o PIB do Brasil nas costas, está cansado de ser invisível para quem senta nas cadeiras luxuosas da Assembleia Legislativa. O nome de Sebastião Machado Rezende ecoa nos corredores do poder, mas desaparece quando o assunto é investir no progresso das cidades que mais crescem no estado.
A Fronteira do Desprezo
De Sinop a Sorriso, de Lucas do Rio Verde a Alta Floresta, o sentimento é um só: indignação. Enquanto o povo do Norte enfrenta poeira, logística precária e a falta de investimentos em infraestrutura pesada, o deputado da União parece mais interessado em articulações políticas do que em colocar o pé no barro.
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Onde estão as frentes de trabalho? O Nortão produz riqueza, mas o retorno parlamentar de Rezende é uma conta que não fecha.
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Isolamento Político: Estaria o deputado limitado a uma bolha, ignorando as necessidades urgentes de quem vive na fronteira do desenvolvimento?
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Silêncio Conivente: O Norte grita por segurança e saúde de alta complexidade, mas o que recebe do gabinete de Sebastião Rezende é o silêncio absoluto.
“A gente planta, colhe e carrega o estado, mas na hora de receber atenção política, parece que o Nortão não faz parte do mapa do Deputado!” — reclama um produtor da região.
O Preço da Omissão
O Norte não é apenas uma vitrine de agronegócio; é gente de coragem que exige respeito. A postura de Sebastião Rezende soa como um insulto para quem acorda cedo para construir este estado. Estaria o parlamentar subestimando a força política do Norte?
A “União” que o partido ostenta deveria ser com o estado inteiro, e não apenas com nichos escolhidos a dedo. O Nortão não aceita ser apenas o “caixa eletrônico” de Mato Grosso enquanto os políticos viram as costas para as suas carências.
O RECADINHO ESTÁ DADO: Se o Deputado não subir o mapa e olhar para as famílias do Norte, o Norte saberá muito bem como olhar para ele no momento do acerto de contas!













